domingo, 21 de outubro de 2018

AFETO GAY EM PÚBLICO

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No primeiro dia de Junho passado conheci o Rey pessoalmente, mas antes disso já tínhamos conversado (a famosa troca de mensagens e fotos) O conheci no "disponível.com" e tão logo trocamos whatsapp e por fim trocamos fluidos! Ele sempre deixou bem claro que queria real, que não estava a fim de muita enrolação, ou seja, o mesmo que eu! Fui sem muita informação, só sabia que não era tanquinho (o que não ligo) e que não era novinho (o que também não ligo) Tomei um banho e fui, como sou da zona sul e ele do centro demorou um pouco mas quando me dei por mim já tava em frente ao seu prédio (algumas quadras da estação Sta Cecília) Subo até o quarto andar e ao teclar a campainha um branquelo me atende, bem educado e atencioso o Rey passa a impressão que é pra casar sabe, ele é daquele tipo de gente que te deixa a vontade, mas tão a vontade que se tem a impressão de ser amigo de escola ou familiar. Conversamos, ele contou da sua vida, que já foi casado com mulher, que é professor (esse já é o terceiro ou quarto professor que saio, será que todo professor gosta da coisa?) Fomos pra cama e o resto é história...

O que se deve levar em consideração; Por se considerar gordinho ele não tirou a camiseta de jeito nem um, nem  pra fuder (isso nas 5 ou 6 vezes que saímos) ele não é gordo, ele ta mais pra grandão e barrigudo (o que eu curto) a piroca também é legal, o tamanho, a grossura, eu curti apesar das poucas posições que fizemos (de quatro ou de bruçus são as minhas favoritas) já ele curte muito de frango (frango é bom mas não consigo sentir tanto prazer quantos nas outras posições) Mas no geral curti o Ray. Um ponto "diferente" dele é a mania de sempre apos o sexo pedir uma massagem (sim, ele sempre pede uma massagem nas pernas, isso durava uns 20 minutos) no inicio até curtia mas depois ficou estranho, ele até se propôs a pagar pelas massagens e tudo mas não aceitei. Não sei, não estava ali pra isso e ficaria um pouco estranho. E por ultimo, tirando a nossa primeira vez ele sempre me fodia de roupa (não sei, um fetiche?) ele tirava só a calça e eu só o sapato e vez e outra, dependendo do calor eu tirava o resto durante o ato (sobre isso, não tenho nada a reclamar, adoro fuder de roupa) essa pegada mais bruta de abaixar só as calça e mandar ver é muito excitante.

 No ultimo encontro foi em dia de jogo do Brasil, apos o jogo fui encontra-lo em seu apê, transamos e na saída ele foi comigo até próximo a estação pois iria no mercado. Como tinha havido jogo as ruas ainda estavam cheias, os barzinho todos com mesas na  rua e foi nesse vai e vem que em frente o supermercado DIA da Rua Dona Veridiana que na hora de se despedir com o famoso aperto de mãos ele me puxou contra o seu corpo, me abraçou e me deu um selinho, fiquei sem reação (isso já tinha acontecido uma outra vez), não pelo selinho pois ele é do tipo que adora beijar (mas isso entre quatro paredes) eu que sou "discreto" e se saio com homem "discreto" sei que não devo ultrapassar certos limites na rua pois muitos não são assumidos, outros são casados e outro preferem se manter no anonimato, por isso me assustei.

Particularmente não me importo de demonstrar "alguns" atos em publico e/ou locais específicos, não sendo no meu bairro pode me abraçar, pode beijar (selinho) mas o que não pode é pegar na mão ou beijar (de língua) não é por se tratar de dois homens, não faria nem se fosse com uma mulher, não sei não curto (outras coisas que não admito são, me da flores ou me pegar no colo. Colo só se for durante o sexo). Sou discreto e estou no armário e por estar no armário sei que um dia um familiar vai me ver atracado com outro na rua e sei que será muito difícil  mas não fico agoniado quanto a isso, quando acontecer dou um jeito (como meio que aconteceu em um cine gay esses dias). O Rey e eu não mantemos mais contatos, ficamos  um tempo sem nos comunicar (ele era  quem sempre me procurava, e isso o irritava) até que um dia ele não procurou mais. Então é isso, abraço e até a próxima.

Não fiquem esperando post novo,
estou sempre por lá manjando rola

5 comentários:

  1. Quando Maomé não vai à montanha, um dia a montanha cansa ... #fato

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  2. Acredito que os dois deveriam mostrar interesse,quando um não envia recados, o outro dá um toque, depois é a vez do outro.Esse cara parece ser um cara legal pra você sair outras vezes.Ele mora sozinho e curte mandar ver, rsrs

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  3. Cada vez tá mais difícl encontrar homens ativos,a maioria só quer ser passivo.E os jovens então? Nem se fala,só diregem a si e aos colegas no feminino e sexualmente só querem ser passivos,nem aceitam a possibilidade de serem versáteis.Por isso não dispenso meus ficantes ativos,trato eles muito bem.E se preciso for,mando mensagens de bom dia a cada um deles todos os dias.
    Completando o que o primeiro amigo disse;Maomé tem que ir a montanha sim porque a concorrência tá grande e a montanha tem mil opções,ou seja,tem milhares de passivos para cada ativo.

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  4. Também não gosto de certos exageros na rua.
    Não que eu tenha medo que alguém veja e fique sabendo que eu sou gay (quem souber, por mim, tudo bem). Mas acho que cada coisa tem seu lugar pra se fazer, né?

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